E se errão corações, ferindo os bosques,

Porque os bosques ali tambem suspirão,

Tudo pois te esqueceo? Volve, ó Querida;

Cede, não sejas dura, a amor, aos versos.

Desde que te ausentaste ahi pende a lira

Nos braços nus de um álamo sem folhas,

A minha lira ao vento abandonada!

A lira d’oiro, onde entoei teu Nome,

Onde a minha paixão soou mil vezes

Na linguagem dos ceos a teus ouvidos,