Admiro a perfeição d’aquelles berços,

E o tino com que os pobres de uns brutinhos

Os souberão livrar a soes e a chuvas:

Aqui uma avezinha inda sem pennas,

Outra a romper da casca; alem uns ovos

Branquejão d’entre o musgo, e ja palpitão;

Se os tóco, sinto dentro o passarinho,

E fujo com temor que a mãi o engeite.

¡Ver as mãis vir do pasto alvoraçadas,

Darem o almoço aos filhos que pipilão,