Me falte lume alheio o inverno todo,

Que eu mate a que a meu pai ja dava séstas;

A que de meu avô me foi mandada,

Que a não poz para si; e a que nos braços

Me embalou tanta vez sendo menino.

Os Deozes a existencia lhe dilatem,

Que assim lhe quero eu muito, e o meu campinho

Produza o que podér, que eu sou contente.”—

Sorrião-se os pastores; o carvalho

Cada vez mais as sombras estendia,