Para amores de zefiros, recreio

De borboletas e olhos, e formosas

Copeiras do formoso mel doirado:

Dizei-lhe que tão bella e curta vida

Não se deve encurtar, que as deshumanas

Tem máo fim, que apezar de passageiras,

Ninfas sois, e o Destino ha de vingar-vos:

Que se tornar sacrílega a colher-vos,

Vossos fragrantes ultimos suspiros

Seráõ de queixa aos ceos, e antes de tempo