Sem perfume, sem côr as lindas flores,

E as verdes folhas se enrolárão murchas!

Ah! corramos; o pezo, que as esmaga,

Róla tambem sôbre a existencia nossa:

Nossas grinaldas nos festins vivêrão,

Morrêrão no prazer; e nós, como ellas,

Devemos esperar, brincando, a morte.

Cedo nos hombros do nervoso Atlante

O eixo voluvel em perpétuo giro

Ha de erguer ante o Sol novas esferas: