Emquanto um doce frio as ondas levão,
Emquanto as aves pelos ares cantão,
E as claras noites co’a frescura aprazem;
Vamos correndo: de vergonha córe
Quem último chegar do rio á margem.
¡Graças aos ceos, que a suspirada arêa
Ja pizâmos emfim! mas pelas faces
Abrazado suor me está caindo.
Inda o barco não chega: eia, sentai-vos.
D’esta aura carinhosa ao fresco sôpro