Não te offendas se agora as nossas dextras

De tuas canas adornadas vires:

Sua altiveza airosa nos agrada,

Vates somos, os trémulos seus cumes

Ondulando, os lascivos seus abraços

A cada viração que vai fugindo,

Tudo isso nos namora, e diz poesia.

Não te offendas ó Ninfa, ei-las colhidas!

Gravai com ellas n’esta arêa os nomes

Das vossas bellas, imprimi-lhe um beijo,