E puro leite, e saboroso vinho.

Porque tardais, ó Náiades esquivas?

Turba innocente de mancebos rindo

Bem merece o favor dos sacros Numes.

Nós não vamos em lenhos alterosos,

Roçando as nuvens com soberbas velas,

C’o ferro a lampejar nas bravas dextras,

Levar da guerra a furia aos outros povos,

Lançar em fogo os bosques, e as cidades,

Para voltar aos mares tormentosos