Terra, terra: éstas árvores das margens,
Que ora nos vão passando sôbre as frontes,
Convidão a colher sua folhagem:
Saltai, colhei os mais viçosos ramos,
Teça-se um tôldo, que nos roube á calma.
Ávante! adeos, ó Driades, ficai-vos
Em doce paz; o orvalho vos fecunde;
Ache vossa raiz no estio as aguas
Tão abundantes, como as tendes hoje.
Nós vamos celebrar o mez das flores,