“Não o sentes mui proximo? quem sabe!

“Talvez que em teu jardim celébre agora

“Ao lado de uma esposa os seus prazeres:

“Se assim he, refinai perfume, ó flores,

“E vós levai-lho, zefiros da noite,

“No instante em que Himeneo tem de ajuntal-los.

“Ó minha Inez, não ser inda possivel

“Confiarmos á luz nossa ventura,

“E eu dizer, sou de Inez!...”—N’isto o mancebo,

Apertando a seu peito o braço d’ella,