“Para a pastora Inez, nenhum mais proprio”—

Voa ao proximo cedro, os ramos corta,

Alastra-os sobre o marmore, e reclina

O infantinho, que pósta a loira fronte

No maternal joelho, eis adormece.

Absorto no painel delicioso,

Não podendo parar nem desviar-se,

Como homem, que formosa feiticeira

Prende e agita n’um círculo encantado,

Vaga o Principe á luz voluptuosa