Vasto oceano de luz no aereo espaço.
A pompa da manhã, da tarde o brilho
Tem não visto matiz d’oiro e de rosas,
E côr de fogo sôbre um ceo de leite.
Toda patente a abobada de estrellas,
Toda brilhante a prateada lua,
Te dão, como as do Elisio, alegres noites,
De importuno calor desafrontadas,
Chêias de encanto, da saudade amigas,
Gratas a um tempo ao coração, e ao estro.