Contentes da humildade, estão dormindo

No fresco seio da materna planta:

D’ali, se vem um zefiro acorda-los,

Olhão em roda as pampinosas vinhas;

E vendo como os pequeninos cachos,

Que a fronte cingem do celeste Bromio,

E um dia gratos brilharáõ nas mezas

Mudados no licor, que gera os risos,

Do nativo terreno apenas se erguem,

Zombando riem da vaidosa audacia,