A Deoza tua mãi, a Primavera.
Reformai-me outra vez a funda taça.
Em honra a vós, formosas moradoras
D’este ameno lugar, esta se esgote.
Aguardai, cabe agora o sacrificio;
Vou-me a buscar a vítima, que a trouxe
Occulta e prêza do batel na pôpa.
Eis-me, abri-me caminho! eu volto ás aras:
Para a santa ablução trazei-me um vaso.
Silencio! fallo ao Deos!—“Sejão-te acceitos