E nem bosques nem ceos lhe dizem—foge.—
Da liberdade que lhe acena á porta
Se despede cantando, e empoleirado,
Reizinho em casa sua, a mim e a ella
Nos compara, e lhe diz: “Aquelle humano
Deos foi que para mim creou taes ocios!”
“He esta, ó Maio, a vítima que trago
Ao sacrificio teu! perco um amigo!”
Com esta mimosissima grinalda
De sensitiva lhe circundo o collo,