Ganimedes gentil voára aos Numes.
Dai-me, dai-me a segunda. Em honra agora
Do celeste prazer, que nos encende,
Este liquido fogo ao peito envio.
Graças ás mãos, que á terra afortunada
Derão em hora boa éstas videiras!
Graças a Baccho, ao protétor, que tanto
Desvelo lhes prestou! Graças á turba
De alegres raparigas, que levárão
Os cachos ao lagar em largos cestos!