Do mais vivo prazer me volvo em braços!
Rio, e respiro magicas delicias!
Gelos, que em serras coroais as fontes,
D’onde as urnas as Náiades inclinão
Para mandar-nos de tão longe as aguas,
Derretei-vos em subitas correntes:
Brami de roda dos Hermineos lagos,
Ventos da tempestade; as átras nuvens
Reuní, condensai: retumbe ao longe
O ronco do trovão pelas florestas,