Saltaráõ quaes no prado os cordeirinhos.
Que, meus amigos! receais procellas?
Procellas contra nós! Assáz os Numes
Nas almas sabem ler; nós demandâmos
Chipre, votada aos candidos prazeres:
Do vinho a Deoza, a Deoza dos amores,
Os Numes da amizade, eis nossos astros;
Que havemos de temer? Não, não me importa
Que o ar, que o pégo em furias se revolva:
Por entre a serração, por entre a morte,