Hão de favonear trabalhos nossos,

E em sustento pagar nossas fadigas.

Ricas hortas, dulcissimos pomares,

Doiradas messes, pampinosas vinhas

O celleiro commum nos terão chêo.

Da ociosidade vã não será filha

Nossa innocente e solida riqueza.

Algum de nós ao trato dos rebanhos

Seus cuidados dará: que importa o mundo?

Vida de nossos pais! vida dos campos!