Ricos sem pompa, sem vaidade sabios,
Socegados sem leis, sem armas fortes.
Hão de mil vezes os campestres Numes,
E o sacro Povo, morador do Olimpo,
Compràzer-se de olhar a nossa aldêa.
Ao romper da manhã, ser-lhes-ha doce
Ver-nos todos sair dos proprios lares
Co’a alegria na face: uns diligentes
C’os instrumentos rusticos nas dextras,
Ou seguindo seus bois, tornar-se aos campos;