Entre penedos se revolva, e espume,
C’os olhos ja sem luz, chêos da morte,
Pallido o rosto, ensanguentada a coma;
Té que, mugindo em subita voragem,
Se rasgue a terra ao detestavel pezo,
E ao fundo o arroje dos sulfureos lagos.
E se o malvado consummar seu crime,
Se as mãos tingir no sangue do innocente,
O rio onde correr para banha-las
As ondas atropelle, e volte á fonte,