Das socegadas margens, docemente

Se ouviráõ susurar de quando em quando:

O astro da noite ledo e scintillante

Se verá na corrente em longa estrada:

Echos repetiráõ nossas cantigas:

D’entre um canavial a Filomela

Se ouvirá gorgeando convidar-nos:

Com mil olhos de luz o ceo da noite

De ver nossa alegria ha de alegrar-se.

Algum campestre Fauno, que aturdindo