A cornucopia, a não poder com flores:

Halito doce de fragancia amena

Sáe do seio, que túrgido se eleva;

Dos roseos labios, da pequena boca

Vem tão doce, vem tal, que um peito humano

Bafejado por elle, excede os numes,

E a alma, em vez de pensar, delicias volve.

Tal eras, tal fiquei ó Primavera!

Espertaste de todo; e toda risos,

E todos luz e amor os olhos verdes,