Francilia; Musa de meu patrio rio,
A doce amiga sustentando o filho,
Igual a Venus com Amor nos braços.
Eu as vejo, depois de afagos ternos,
Soltar de si os cintos azulados,
Em dois troncos prender as pontas ambas,
Abri-los, deitar dentro entre mil flores,
Depois de o ter beijado, o tenro infante,
Para ser dos favonios embalado.
Eu as vejo nos troncos encostar-se