Creados longe do tropel das côrtes,
Puros no coração, que ninguem busca
Semear de illusões, de prejuizos,
Educados na paz, sem ver tiranos,
Sem ouvir discorrer pedantes sabios,
Té das Sciencias ignorando os nomes,
Terão destinos, que excedendo os nossos,
Não hajão que invejar os puros dias,
Que cegamente se nomêão d’oiro.
D’oiro! ai d’elles se o oiro então se visse!