Os campos d’echo em echo; e pelas casas,

Chêas de gôsto, e de esperança as virgens

“Vem Himeneo, ó Himeneo!” repetem.

As ruas de verdura estão juncadas,

Listões de flores coroando as portas

Enchem os ares de composto cheiro:

E os meninos, que as causas não percebem

Do confuso prazer, vão transportados

Correndo em chusmas, e batendo as palmas,

Gritando, “Ó Himeneo!” La desce, e pouza