Em teu seio amoroso um Cupidinho,

Qual borboleta d’oiro, esvoaçava

De botões a botões, na escolha incerto.

Vio-me; e curto farpáõ, doirado, agudo,

Curto farpáõ que os olhos não percebem,

Me arrojou, me sumio dentro no peito.

Graças ao tiro do mimoso Alado!

Na profundez da f’rida, e gôstos d’ella,

Contente reconheço, adoro um Nome.

Amante, desde então, ditoso amante,