Com que a terra lavrou. Sua cabana

Vai ter outro senhor; as flores suas

Implorão no jardim desde este instante

D’outro cultor a próvida tutella:

D’outro, sim; cuja mão todos os dias

Irá de madrugada aos sacros manes,

Pendurar sôbre o tumulo orvalhado

Uma grinalda de orvalhadas flores.

Elle abre inda uma vez seus frouxos olhos,

Onde começa a derramar-se a noite,