A aurora quer nascer; enchem-se os ares
De uma luz, que ao luar excede um pouco.
Do ninho suspendido em nossos tétos
A andorinha ja sáe; vôa cantando
Defronte agora das janellas nossas
Para nos saudar, pois entra o dia.
Ja dos ceos pelos flúidos espaços
Circula a cotovía, que não cança
No longo canto, ou desmedido vôo:
Ja o rumor das arvores e fontes,