Recomponde na fronte as vossas c’roas;

Ergamo-nos, enchei de vinho as taças;

E ante o Ceo, ante a Lua, que nos ouve,

Entre os Favonios, e as formosas Ninfas,

Que escondidas nas ondas nos rodêão,

Saudemos novamente o alegre Maio,

Jurando que desde hoje em nossas liras

Ha de escutar cada anno os seus louvores.

Ó Maio, eu fallo; escuta-me. “Por este

Licor de Bassareo, que me arrebata;