Ó tu contrária sua, o tu dos homens
Sempre invocada amiga, ethéreo Nume,
A quem ceo, terra e mar dão vassallagem,
Onde estás, que não vens com um leve assopro
Trazer serenidade aos elementos?
Se inda és a mesma, e súpplicas te movem,
Sobe ao carro da aurora, os ares fende,
E acode ao Luso clima, onde te invocão.
¿Lembra-te a gruta, a gruta onde Amarilis
De seu ja quasi esposo Umbrano, o astuto,