Contente lida, esp’rança, amenidade.
Porque se hão de calar da infancia os brincos?
A infancia he primavera, he mundozinho
Florente, de que nasce um grande mundo.
Menino á espreita e mudo entre as silveiras,
Apoz o som do grillo o vai buscando;
Outro os ramos envisca, as redes arma;
Prêzo de longo fio ao pé mimoso
Passarinho pelo ar chirla e revoa,
E crendo-se de novo o rei do espaço,