Egle andava colhendo a rica fruta.
Julgou ver sua Deoza o terno amante,
E tão doce cantou por entre os frutos,
Tão queixoso gemeo, gemeo tão meigo
Cercou-a tanto com chorosos pios,
Tantas vezes pouzou na mão de neve,
Na trança negra, no virgineo seio,
Que Egle o metteo no candido regaço,
O levou toda ufana ao lar paterno,
E em pintada gaiola inda hoje o guarda,