Chama as pombas, lá vão pouzar no alpendre;
Á eira arroja os grãos, lá são na eira,
Arrulhão, comem sofregas, refogem;
Ahi vai novo punhado, ahi vem de novo.
Uma d’ellas, mais alva do que o leite,
Vai pouzar no cestinho ao lado d’Egle,
E mansa come na formosa dextra;
Furtão côres com o sol o collo, as azas.
Egle lhe chama filha; affirmarieis
Que o brutinho a entendeo, salta-lhe ao seio,