Não ha mais desvelada, ou mais formosa!

Mal que o choveo nas aguas transparentes,

Por entre os crebros circulos assoma

De vivos olhos purpurina turba,

Tragão-no, e fogem requebrando as caudas:

Ermo o lago outra vez ficou dormindo.

Que dizeis? volve a casa? em manhã d’estas

Egle volve ao cazal! tornará logo.

Mas vós não ficareis, que o não consinto;

Hoje he só Divindade a Primavera.