“Quando eu dei fé; suava-lhe no alcance
“O mofino do Sátiro ... (Que vejo!
“Inda poude aferrar ... Más horas leve
“A agua que o não tragou! Pois ja não larga
“Os vimes que aferrou co’a mão pelluda.
“La trepa ... Vê-lo em cima! Oh como o bruto
“Se estira ao sol e arqueja!) Hia no alcance
“Da pobre Ninfa o Sátiro; umas silvas
“A prendêrão, travando-lhe do cinto.
“Carpia-se a coitada entre alaridos,