Sim, sim, de Amor tu es; vós sois das Graças
Coroas que a ufanaes, a encheis de aroma.
Socios, ministros das Piérias Deozas,
Erguei mão não profana ás flores sacras,
Privilegio he do estro, ouzai colhê-las:
Levará cadaqual no peito a sua
Bem sobre o coração, tão perto d’elle
Que ouvindo-o palpitar lhe falle amores.
Pois he lei quero amar: sim. Porém onde
Onde estará da Primavera a Deoza?