- Lei—Deve haver uma que obrigue os cidadãos a receberem instrucção, II, [34]
- Leis—Devem fazer-se efficazes para obrigar o Povo a instruir-se, II, [46]
- Leite (Luiz Filippe)—Cita-se o seu livro Supposições que podem ser realidades, II, [102]
- Leite (Pedro de Alcântara)—Menciona-se, I, 162
- Leituras—Seu agrado para os ouvintes, II, [79]
- Leituras publicas de livros bons para o Povo, II, [79]
- Praticadas de Gregos e Romanos, II, [81]
- D’onde deverão vir os livros para ellas, e quaes, II, [83], 84
- Ler—Agradavel e nobre exercicio para quem lê em publico livros bons, II, [80]
- Ler e escrever—Apologia d’essas artes, I, 113
- Liberdade de ensino—O autor não é d’ella partidario, II, [54]
- Cita-se um artigo da Revista Universal sobre o assumpto, I, 55
- Liga promotora dos interesses materiaes em 1849. Segundo o autor, não bastava para o fim que se propunha, I, 63
- Lisboa—Para esta cidade parte Castilho, de S. Miguel, a 21 de fevereiro de 1849, I, 147
- D’esta cidade sai Castilho, chegando a S. Miguel em 24 de Maio do dito anno, I, 147
- Livro (Este)—Desleixo da sua forma, confessado pelo autor, I, 14
- Luxo—Devora muitas forças de Portugal, I, 62
M
- Macedo—Vide [Costa de Sousa de Macedo] (D. Pedro da).
- Madeirense—Periodico do Funchal.—Menciona-se, I, 33
- Magalhães Mexia Saleme—Vide [Sande de Magalhães].
- Maio de 1849 passado pelo autor em Lisboa, II, [6]
- Mancebo inglez moribundo; é salvo pelo campo, I, 74
- Mancebos enviados lá fóra a estudar agricultura, viriam depois evangelisal-a em Portugal, I, 68
- Manual do cultivador, II, [11]
- Manuel (El-Rei D.)—O seu sceptro opulento perdeu-se, I, 77
- Memorial de Castilho á Camara dos Deputados, I, 179
- Mestre—É um verdadeiro medico moral, II, [78]
- Mestres de primeiras lettras. São verdadeiros curas d’almas, II, [66]
- Methodo de leitura inventado pelo autor. Menciona-se, II, [72]
- Methodos de ensino—Premios para elles, II, [47]
- Mexia Salema—Vide [Sande de Magalhães Mexia Salema].
- Ministerio dos Negocios da Agricultura—Propõe-se a sua fundação, I, 56
- Ministerio dos Negocios da Guerra—Seu orçamento. Examina-se, II, [99]
- Ministerio dos Negocios da Instrucção Publica—Deve crear-se a par do de Agricultura, II, [46]
- Missionarios—Com a cantoria auxiliavam muito os seus prosélytos religiosos, II, [51]
- Moisés e Homero—São mananciaes de ideias poeticas, I, 136
- Moraes Pereira (João Luiz de)—Autor da musica do Hymno do trabalho, I, 164
- Menciona-se, I, 171
- Moralidade—Pode contribuir muito para a união da familia portugueza, I, 13
- Mulher—A instrucção d’ella tem as mais elevadas vantagens sociaes, II, [51]
- Escravidão em que a opprimem os codigos em todo o mundo, I, 105
- A civilisação moderna ainda a não emancipou, I, 107
- Pede-se para ella uma justa alforria, I, 109
- Advoga-se para ella o direito de suffragio, I, 110
- Podem ser Rainhas, e não podem ser votantes? Absurdo, I, 111
- Musica e Poesia—O que podem a bem da civilisação popular, II, [18]
N
- Natal de 1849—Artigo religioso, II, [115]
- Nogueira—Vide [Sá Nogueira (Ayres de)].
O
- Ordem do Arado—Propõe-se esse galardão aos promotores da Agricultura, I, 71
- Ovidio—Citam-se palavras suas, I, 77
- Rapido quadro da sua personalidade social e poetica, I, 136
- Amostra do seu poema Os Fastos, I, 139
- Introito do Livro IV dos Fastos, I, 145
P
- Papel—Sua missão civilisadora como vehiculo das ideias, I, 113
- Parlamento—Deve conter a representação de todas as classes, mas em maioria a dos lavradores, I, 84
- Ha-de emancipar a mulher portugueza, I, 109
- Parlamento agricola—Quadro ideal d’essa nobre corporação, I, 78
- Deve fazer Leis que obriguem o Povo a instruir-se, II, [35]
- Particulares—Como podem promover e auxiliar a instauracão de escolas, II, [67]
- Patria portuguesa—Sua actual decadencia, I, 73
- Patriarchas da antiga Lei. Distribuiam justiça no meio da Natureza, I, 21
- Penélope—Tecia e destecia. Assim é a Politica, II, [60]
- Pereira—Vide [Moraes Pereira].
- Pharol (O)—Periodico de Lisboa em 1849, I, 189
- Artigo seu acerca de Castilho, I, 190
- Plinio, o moço—Romano bom e benefico. Cita-se uma sua carta, II, [71]
- Poesia—Nasceu nos campos, I, 135
- Poesia e Musica—O que podem a bem da civilisação popular, II, [8]
- Politica—A maior das politicas deve ser para Portugal a Agricultura, I, 38
- O autor não faz politica no sentido estreito da palavra. Sua profissão de fé, I, 41
- O que é politica no mau sentido da palavra, I, 119
- A politica não faz senão tecer e destecer como Penélope, II, [60]
- Povo portuguez—Pode renascer pela Agricultura, I, 42
- Premios para os que promoverem por qualquer forma a Agricultura, I, 67
- Premios de livros aos rapazes estudiosos, II, [56]
- Presbyterio (O) da montanha—Extratos do prologo d’esse poema de Castilho, II, [122] e seg
- Prisões—Como se podem melhorar com a instrucção ministrada n’ellas, II, [52], 53, 54
- Professores—Devem receber salario condigno da sua faina, II, [47]
- Propriedade—Não é direito natural, mas é direito, I, 120
- Proprietarios—Deveriam ser obrigados por Lei a residencia temporaria nos seus dominios rusticos, I, 122
Q