De uns olhos verdes que vi!

Que ai de mi!

Nem já sei qual fiquei sendo

Depois que os vi!

Dizei vós: Triste do bardo!

Deixou-se de amor finar!

Vio uns olhos verdes, verdes,

Uns olhos da côr do mar:

Erão verdes sem espr’ança,

Davão amor sem amar!