Repetem aos echos do bosque sombrio.
Na gleba virente, do sol bafejada,
Recende perfumes a flôr matutina,
Que á luz da alvorada
Ao sopro da brisa de leve s’inclina.
A flôr que trescala perfumes suaves,
A estrella que brilha no céo anilado,
E o canto das aves,
Que sôa no bosque virente e copado;
Se cantão, perfumão, despedem fulgores,