«Dos lindos labios seos cospe a mentira!
«Já frenetico amor cantei na lyra,
«Delicias já sorvi n’um seo sorriso,
«Já venturas fruí do paraiso,
«Em terna voz de amor, que era mentira!
«O amor é como a aragem que murmura
«Da tarde no cahir—pela folhagem;
«Não volta o mesmo amor á formosura,
«Bem como nunca volta a mesma aragem.
«Não queiras amar, não; pois que a ’sperança