Tão perto jaz a fonte da amargura

Da fonte do prazer!—porêm tão doces

Essas lagrimas são!—tão abundantes,

Tão sem causa e sympathicas gotejão

N’uma tez de carmim, n’um rosto bello!

Quem a vê, que sorrindo as não enchuga?

Mas não todo consumas o thesouro

Unico e triste, que ao infeliz sobeja

Nas horas do soffrer; no tempo amargo,

No qual o rosto pallido se enruga,