Mais viva flôr de poesia

Do rosto lhe tinge a côr;

E um anjo nos meigos sonhos,

Do seu peito na dormencia

Derrama o odor da innocencia,

Um doce raio de amor!

Porque tudo, quando nasce,

Seja a luz da madrugada,

Seja o romper da alvorada,

Seja a virgem, seja a flôr;