Que lá na extrema do horisonte assoma;

Como se ama o clarão da branca lua,

Da noite na mudez os sons da flauta,

As canções saudosissimas do nauta,

Quando em molle vai-vem a náo fluctua;

Como se ama das aves o gemido,

Da noite as sombras e do dia as cores,

Um céo com luzes, um jardim com flores,

Um canto quasi em lagrimas sumido;

Como se ama o crepusculo da aurora,