Que não vês, não suppões, nem te eu revelo,

Só pode no silencio achar consolo,

Na dôr augmento, interprete nas lagrimas.


De mim não saberás como te adoro;

Não te direi jámais,

Se te amo, e como, e a quanto extremo chega

Esta paixão voraz!

Se andas, sou o echo dos teus passos;

Da tua voz, se fallas;