O soffrer do trovador!

Sim, eu te amo; porêm nunca

Dos labios meus saberás,

Que é fundo como a desgraça,

Que o pranto não adelgaça,

Leve, qual sombra que passa,

Ou como um sonho fugaz!

Aos meus labios, aos meus olhos

Do silencio imponho a lei;

Mas lá onde a dôr se esquece,