«O fado d’um Trovador!

«Pezar lhe dá sua Lyra,

«Dá-lhe pezar seo amor!»

E o Trovador n’este ponto

A corda extrema arrancou;

E n’um marco do caminho

A Lyra sua quebrou:

Ninguem mais a voz sentida

Do Trovador escutou!