Que a todos—novos e velhos—

Á campa todos levei!

«Minha filha me restava!

Eu já fantasma impotente,

Sobre os torrões tropeçava

Da cova aberta recente!

«Anjo de amor e bondade,

Porque me deixaste assim!

Tu morta, e na sepultura

Que eu tinha aberto pr’a mim!