Ou do noivado as galas!—lá se acaba,

Por fim aos pés do thalamo ou n’um tumulo!

Meigas flores gentis, quem vos não ama?

Quantas vezes, nas horas da ventura,

A fallaz sensação d’um peito ingrato

Não julgamos eterna, immensa, infinda!....

Alli nossos anhelos se concentrão,

Nossa vida alli jaz:—cifra-se inteira

N’um brando volver d’olhos, n’um accento,

Que a ternura repassa, inspira, exhala!