Não es mulher, mas deidade,
Uma fada seductora,
Que nos pede amor agora,
Logo mais—adoração.
Quando pois, cheia de graças,
Entre a turba alegre passas,
Entre a turba sequiosa
De beijar-te a nivea mão;
Dizem uns: quanto é formosa!
Eu porêm, sei que es mais bella